sexta-feira, 19 de maio de 2017

Quebrando o ovo ou ficando podre?

É difícil quebrar o ovo por dentro, mais uma das minhas analogias bregas e chatas. Essa é a forma de dizer, voltei. Como vocês já devem ter percebido, as vezes que apareço é quando ou estou no céu ou no poço ( inferno, fossa, como queira chamar), hoje temos mais um episódio do segundo caso.
 Hoje vim falar como me sinto, como é dificl se perceber, nunca pensei que eu fosse tão inseguro, tão vazio, necessitado de atenção ( na maioria das vezes atenções específicas).  A cada dia que passa sinto minhas carências me consumindo cada vez mais e me atenho ao pensamento de que isso é processo de melhoramento. Essa semana, pensei que estivesse com raiva de certa pessoa, depois percebi que aquela raiva na verdade poderia ser um disfarce de um ciumes, para ao fim, perceber que tudo aquilo não passava de uma faixada para esconder meus reais sentiemtnos de falta, de menos valia, de baixa auto-estima, de ser, só mais zé ninguém. Esse filme gravado ente setembro de 2016 e abril de 2017 não cessa de passar em minha cabeça. Antes, pensava que meu possível relacionamento não havia dado certo por conta dele, pelo momento que ele passava, depois comecei a ficar com raiva por me sentir usado, só mais um brinquedinho que ele iludiu e jogou fora, depois caiu a ficha: quem quer algo com alguém que não sabe se expressar? que fala apenas de deveres, compromissos, faculadade ( das partes mais chatas de cada um desses itens)? o que eu acrescentava? Não consegui achar nenhuma resposta positiva a nenhuma dessas perguntas. Um outro fato que me tocou hoje foi minha intensidade e minha necessidade de estar ocupado, de me afogar em compromissos, de ser aprovado... ( por quem?). Não consiguo fazer nada que envolva outros se não for com total dedicação, já minha vida pessoal e particular é um desastre, mais parece a vida de outro. Eis aqui minha vontade de jogar tudo pro ar, desplugar por um tempo, resetar a cpu chamada IURY, infelizmente, nem pra isso eu tenho forças suficientes, mais um ato contumaz de desamor a mim mesmo. 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Letting go

People purchase the most valuable items,
in most cases, struggle to dispose of such "precious" goods.
I wonder why am I so different,
countless goods of all kind came and fade away in time,
some went right to the garbage,
others still usable were given to people in need.
But there's one kind of item, good, call it as you want, that I struggle the most to let go,
the human kind.
I can remember each and every person that run into my life,
even if a long time has passed since our last kiss, hug, handshake.
Some of this beings are like constants, never changeable, beings of light  that guide me
others had a brief  passing in time language,
others took a little while but followed their path.
In all cases, a single drop or a river was left in me.
Days, years, a long time after their farewell I continue to feel their presence
I still hear their voices, their teachings echoing in my mind.
That little drop or current river still are constant shapers of me, of who I wanna become.
And that's what I pursue in life, my purchase is my blessing freedom and my most excruciating curse.
Maybe my old soul will need a few more millenniums to learn to truly let go or do I have to learn how to live with the good memory of an old soul?